"Domine Deus Omnipotens em Cuius Manu Omnis Victoria Consis"

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A morte de Elizabeth


O momento ja se passou, porque tentar explicar um passado esquecido, os pensamentos são turvos, a distancia e o espaço de tempo parecem não existir, palavras que nascem no coração morrem na gargando sem nenhuma esperança de serem pronuciadas, os sentidos comesam a falhar, as explicações estam morrendo sem serem ditas, a alma grita clama por uma chance, o corpo se desfaz, num momento de dor esterna e sofreguidam.


As chances são poucas restam lhe os olhos para dizer o que a boca é incapaz de fazer, ainda lhe resta um piscar, seus sentidos comesam a desaparecer, ainda pode sentir o liguido escorer por sua mão findando na ponta dos dedos, gota apos gota, morno , o frio começa a consumi-la, sem ser percebido, o arfar do seu peito começa a diminuir, as palpebras pesando, a sonolencia encarnando em seu coirpo, o fim se aprixima, enfim saberei o que há do outro lado, a curiosidade mistura-se ao medo e a solidão da eternidade, as lebranças enchem seus olhos aos poucos o meda se esvai, ainda assim o coração pulsa e aos poucos diminui o ritmo frenetico das batidas constantes.

a calma pode ser sua aliada, a dor desaparece, mas a sonolencia não, porque sentia tal sono sem explicação, seria o véu da morte a lhe tomar a face , o corpo , e por fim a alma? Ela não sabia mas loga todas as duvidas e certezas estarias esplicadas, os desafios aos quais tinha se submetido, um sorrizo brotou de seus labios, mostrando que ainda tinha senso de humor, mesmo diante da morte, o seu fim poderia estar proximo mas sua existencia seria eternizada, e isso ainda lhe trouxe uma fagulh de orgulho.

O sorrizo antes fixo em seus labios desmanchou-se , despetalou-se no momento seguinte, suas forças acabaram-se, os olhos aos pouco fechavam-se dando seu ultimo adeus e mostrande que de certa forma ela havia vencido, tendo suas forças arancadas, despenca-se a cai ao chão podendo ver ainda orosto dele inerte e sem vida. Fui a aultima pensa ela vitoriosa, os cabelos negros cobrem -lhe a face deixando apenas os exprecivos olhos a mostra.
O rosto a sua frente desfocou-se ali parado, e a escuridão a consumio por completo.



Elizabeth passoa a vida a fugir de algum sem rosto de um ser que deixou de existir a anos atraz, mas que a seguia em busca de uma nova chance de encarna-se, os corpos possidos aos poucos tornavam-se fetidos e pudrefatos, a necessidade de encarnação era primordial pra sua existencia , por fim a melhor saída era a morte de Elizabeth, ela sabia disso.
Pois ele ja havia tirado tudo o que ela poderia ter na vida : pai, mãe, irmãos o amor de sua vida.Mas isso acabaria quando ela se fosse, então tudo estaria no fim e ele impossibilitado de vir a esse mundo, o preço pago não foi caro, finalmente Elizabeth tinha pago por seus erros em outra vida, apesar de não compreender os motivos reais de tais massacres ao seu redor.
Ao fim ele vagaria pela terra em busca de um novo corpo para sua passageira estadia, pois Elizabeth mais uma vez havia se sacrificado por todos.
"Minha espera podera ser longa mas vou esperar que volte Enne."


Um conto de K-leya

Um poster do Blog Eu Por Mim Mesma

2 comentários:

João Olavo-Traços de um homem disse...

Uau!!li com tanta atenção que entrei na historia..
Beijos

Eliete Queiroz disse...

~Hey Mony, que selo é esse que vc me falou?!

BJus~