No banheiro, em busca de refrescancia a um corpo
Um ringir ecoa no simples ato de abrir e libertar a agua fria
Escorregando, umedecendo todo o corpo
Em busca da limpesa externa, ou um desejo de lavar alma
O corpo cola-se nas paredes frias
Escoregando ate o chão
Inerte...
Ipnotizado por uma agua fria, que desce uniformemente
Tranquila e controlado
Onde cada gota uni-se para uma diferença maior
Os olhos não piscam
A expressão não muda
A respiração é imperceptivel
Com aquele corpo nu
No chão do banheiro
Se depara com a solidão, que a muito esta sentada ao lado
Muda... silenciosa
Somente a solidão fitando um corpo no chão do banheiro.
Sentinela de Juliane Vicente
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Terminei de ler *Sentinela* (2025) de *Juliane Vicente* da *Malê Editora*.
Eu tinha lido um livro *Afrofuturista *que gostei muito, gosto muito de
histór...
Há 12 horas


Um comentário:
Bom dia, Moni!
Passando p/ deixar um oi e dizer q tem selinho esperando por vc...
Seu blog tah cada vez + show!
Bjinhosssssss
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