Quando vi desfigurada pela terrível mão do Tempo A altivez de eras de outrora; Quando torres antes altíssimas vi arrasadas E o bronze, eterno escravo da fúria mortal; Quando vi o oceano faminto Avançar um dia sobre a areia da praia, Para depois o solo firme vencer o terreno líquido, A abundância de perda e a perda da abundância; Quando vi esse intercâmbio de estados, Ou o próprio estado desfeito A ruína veio me ensinar Que o Tempo virá levar o meu amor. - wílliam shakespeare "Soneto 64"
Rasíf - Marcelino Freire
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O Rasíf de Marcelino Freire é profundo, caleidoscópico, repleto de nuances,
especificidades, assonâncias. Uma prosa cadenciada que fica impossível de
lar...
Há um dia
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