Quando vi desfigurada pela terrível mão do Tempo A altivez de eras de outrora; Quando torres antes altíssimas vi arrasadas E o bronze, eterno escravo da fúria mortal; Quando vi o oceano faminto Avançar um dia sobre a areia da praia, Para depois o solo firme vencer o terreno líquido, A abundância de perda e a perda da abundância; Quando vi esse intercâmbio de estados, Ou o próprio estado desfeito A ruína veio me ensinar Que o Tempo virá levar o meu amor. - wílliam shakespeare "Soneto 64"
Frantz
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Assisti *Frantz* (2016) de *François Ozon* na *PrimeVideo*. Achei por um
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Há 2 dias

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